segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O "juridiquês" no banco dos réus.

ATENÇÃO ALUNOS DE LÍNGUA PORTUGUESA, DA FIC - CURSO DE DIREITO.

Esta atividade valerá 1 ponto extra na sua AV2. Vocês deverão ler o texto disponível no link:
http://www.amb.com.br/?secao=mostranoticia&mat_id=2713

e em seguida, com base nele, dar a sua opinião a respeito do uso da linguagem jurídica rebuscada.

Atenção, ao final do comentário, não esqueçam de colocar seu nome completo e o número da sua turma. (se não lembrar, serve o número da sala - (G102 ou G201)

81 comentários:

  1. Gente, a identificação pode ser assim:

    Damião Carlos Nobre Jucá - G201.

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  2. Germana Costa Pinheiro- G201 turma: 3002.
    SEm dúvida essa mudança é de grande importância,principalmente para a sociedade ,pois irá tornar o direito mais acessível a todos com sua linguagem mais simples,sendo possivel a sua compreensão por tds independente da classe social.Porém para aqueles que ja tem um dominio da lingua jurídica ira ter uma certa dificuldade para adaptar-se a nova linguagem,e os mesmos terão creio eu, um certo receio nessa modificação,pois para alguns erá empobrecer o Direito,pq para estes que disporadam das mudanças dizem que a linguagem utilizada é a correta e nenhuma mais deve ser embutida a ela.

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  3. Márcio Silva Costa-G201 turma:3002.
    Acredito que essa mudança se faz necessário para que o cidadão e a sociedade tenha um melhor acesso as informações oriundas dos forúns e tribunais.Essa mudança deve ocorrer também na elaboração das leis como bem falou a acadêmica no final do texto pois isso contribuirá para o povão propriamente dito tão faminto de esclarecimentos jurídicos e principalmente de justiça.Embora alguns juristas não concordarem dizendo que é uma linguagem própria como de qualquer outra ciência.até concordo em parte mas a luta é para uma abertura tendo como objetivo a sociedade para que ela possa ter um melhor entendimento e isso não afetará as leis vigentes em nosso país.

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  4. Harpley Ribeiro Maciel G201 turma:3002.
    Esse texto nos faz refletir de como é importante para nós estudantes e praticantes do direito possuirmos uma linguagem jurídica mais objetiva com mais clareza pois a linguagem jurídica possui expressões técnicas que não são compreendidas pelas pessoas que precisam conhecer o Direito pois o juridiques precisa ser mudado o cidadão precisa entender os seus direitos entender quando o juiz protela sua decisão final para o seu advogado, e somente com a formação desses novos acadêmicos de direito conseguiremos mudar esse velho costume.

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  5. Ana Marília Gladstone Costa Turma 3002- sala-G102.
    É impressionante como profissionais da área jurídica não respeitam as orientações linguísticas expressas na própria lei da qual defendem e aplicam. Esta seria uma simples forma de envolver a população no meio jurídico, fazendo-a compreender melhor as leis que regem a nossa União. Porém, nossos queridos profissionais preferem, em nome de uma tradição, utilizar palavras e termos que são desconhecidos para a maioria da população. Caros colegas, sejamos óbvios, seria muito mais fácil para nós, alunos e profissionais do Direito, aceitarmos essa mudança na linguagem jurídica, pois somos a minoria comparando com a maioria da população que não tem acesso nem conhecimento dessa linguagem tão diferente imposta por nossos legisladores. Assim, deixo escrito que não concordo com a maneira com a qual nos é imposto o aprendizado dessa língua chamada "Direito".

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  6. Diogo Gomes Luna Ribeiro - turma: 3002 - sala: G-201

    O Direito sempre foi um curso tradicional e temido pela maioria dos jovens acadêmicos, devido ao rebuscamento da linguagem. Acredita-se que toda ciência, como a hermenêutica, deveria abordar sinônimos de termos técnicos mais usados no cotidiano. Pois os cidadãos, que são instrumentos de trabalho de advogados, juízes e desembargadores, deveriam ser melhores esclarecidos mediante a linguagem usada no Código do Processo Civil. Contudo, o acervo de operadores do Direito, que continuam a cultivar a linguagem arcaica e rebuscada, precisa passar por uma reformulação e ser revitalizado para melhor atender a demanda da população. Para tanto, é necessário campanhas populares que exiga a simplificação da linguagem jurídica, caso contrário, o Poder Judiciário vai continuar sendo deturpado por uns e inacessível para outras pessoas em virtude do conservadorismo e tradicionalismo de sua língua.

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  8. Rafael Jose Lima Braga - G201
    O "mundo jurídico" sempre fechou as portas para os leigos, operadores do Direito (como advogados, Juízes, Pomotores, etc), em seu cotidiano usam expressoões totalmente desconheidas para a grande maioria da população. O Juridiquês (linguagem técnica usada pelos profissionais da área) só é ineterpretado por profissionais da área. Isso acaba sendo uma forma de excluir pessoas do conhecimento juridico. Na maioria dos casos um cidadão que responde um processo nao sabe sequer que esta escrito nas entrelineas deste.
    É necessário sim, uma reforma ampla na linguagem utilizada pelos profissionais do Direito, uma mudança que traga entendimento e clareza para a maioria da população. Essa democratização é altamente necessária nos dias
    atuais, pois o cidadão tem que ser conhecedor de seus Direitos (não só como forma de provilégio e também como obrigações a serem cumpridas), para que possa exercer de uma forma mais plena a sua cidanania.

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  9. Ecaterine de Freitas Falcão, Turma:3002, Sala - G201.
    A notória necessidade em se rever a redação jurídica de que trata o texto, O “juridiquês” no banco dos réus, deve ser reafirmada no que diz respeito também a retórica jurídica, pois não é apenas o texto redigido que limita o alcance ao meio, mas o discurso jurídico também em sua maioria é rebuscado, moldado por termos ultrapassados, frutos de uma tradição que mais se preocupa em manter o ciclo hermeticamente fechado do que atingir o seu real fim. Um exemplo claro é o que verificamos ao nos remetermos a um cotidiano de tribunal, onde uma possível platéia, principalmente se for composta por leigos, fica a mercê de um diálogo entre desembargadores, absurdamente restrito, de difícil e incompleta compreensão, no qual se chega por vezes a caricaturar o direito em função dos muitos exageros lingüísticos. Contudo, este processo consiste em um caminho longo e desnivelado, norteado por interesses e tradições, mas ainda assim, o que se espera é que o texto e o discurso jurídico caminhem para modelos adequados ao contexto atual e as necessidades reais da sociedade, possibilitando o alcance popular.

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  10. Eduardo Praciano R. Neto, Turma: 3002 Sala G-201(Noite)
    Bom, acho que serei um dos poucos que concordam com o uso da escrita técnica nos textos jurídicos.
    Em meu entender, tais textos destinam-se aos operadores do Direito, por conseguinte, é necessário os termos e jargões empregados em sentenças, despachos e outros textos jurídicos.

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  11. Fco. Adelano L. Brito, Turma 3002(noite)
    Acho que alinguagem usada, realmente é muito complicada de se entender. já tive a oportunidade de participar de palestras e seminários sobre Direito, e pude constatar que muitas palavras não são comuns no nosso cotidiano. Sou a favor do uso de uma linguagem menos rebuscada e de fácil compreensão, pois isso tornaria a relação entre o "operador do direito" e a população mais estreita.

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  12. Dellano M. Ratts de Almeida. turma: 3001. sala: g102
    Diante da leitura deste texto, concordo com a mudança da linguagem pois ira facilitar a relação do operador de direito com o seu cliente, pois a linguagem de uma pessoa que é leiga na area é diferente é diferente da do operador, então irar facilitar o trabalho do operador e a compreenção do seu ciente.
    Penço que as pessoas que não estejam aceitando essa mudança é por medo de tirar uma caracteristica particuar que o direito tem, como existem essas pessoas dificultado a aprovação de um linguajar mais claro a mudança demorara para acontecer.

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  13. Rodrigo Sousa Santiago G-102 3001

    Não sou completamente a favor da campanha. Vejo como uma questão de adequação, o Direito tem uma línguagem própria e não deve usar uma grande simplificação, pois poderá ter percas de características.
    O advogado é que tem a obrigação de adequar a linguagem utilizada, se é uma conversa com outro profissional da área os termos técnicos são naturais. Mas se é uma conversa com leigos ou clientes é necessária uma linguagem mais simples ou a tradução dos termos técnicos da parte do advogado.

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  14. Sabrina Melo, Sala G-201, Turma 3002
    Realmente as palavras que encontramos nas petições são de fato muito complicadas de se entender... Acho que essa mudança irá ajudar muitas pessoa que não entendem muito bem das palavras escritas nas petições tornando assim as leis mais claras para todos!

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  15. Liliane Torres De Araújo G-201 (noite)

    Sou completamente contra, pois desta maneira os cincos anos de faculdade ficariam um pouco perdidos. Nós estudamos e conhecemos um meio novo que é a estilística jurídica, aprendemos
    palavras estremamente técnicas, mas também palavra simplificadas pela própria linguagem jurídica. Como por exemplo: autor e réu que significa o mesmo que; demandante, demandado, postulante, peticionário.

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  16. Liliane, acho que você já vai ter muito o que aprender além da linguagem jurídica, além disso, não se propõe que a simplificação seja para todas as peças, mas preferencialmente para aquelas que não interessam apenas aos atores jurídicos.

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  17. Concordo com o Rodrigo, a mudança não deve atingir os advogados como simplificação, ao contrário, além da linguagem jurídica eles devem saber se expressar em outras linguagens

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  18. Saulo Herculano de Souza, turma 3001, sala G102. Não sou a favor dessa campanha. A simplificação deverá ser verbalmente através do advogado para com o cliente, pois este sendo leigo. Caso contrário haverá conflito em seu contexto que por sinal é complexo e muito rígido segundo nossa constituição. Para interpretar, podemos dizer que nosso ordenamento jurídico possui muitos sinônimos e sem eles fica muito difícil de se chegar ao entendimento
    Final.

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  19. Francisco Cristiano A. Gonçalves, Turma 3001, Sala G-102. Sou a favor da simplificação da linguagem jurídica no país e creio que essa simplificação irá facilitar o trabalho de muitos operadores do direito e da população também. O que a meu ver essa linguagem rebuscada que vem a distanciar a população da realidade jurista seria melhor compreendida com a adequação de palavras do nosso idioma.

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  20. Priscilla Maria Sampaio Feitosa, Sala G-102.
    Sou a favor dessa mudança, pois acho um certo exagero em alguns termos técnicos, onde o mais importante seria a compreensão do cidadão comum que é a parte mais interessada em entender o direito que lhe confere.

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  21. Luciana Tavares,Turma:3001 -Sala:G-102
    A liguagem jurídica deve ser preservada desde que de forma concisa e objetiva. No poder judiciário às vezes à linguagem não è compreendida devido aos exageros e desconhecimento do cidadão comum.È preciso evitar os exageros de termos rebuscados.Devemos ser sintéticos ao escrever, a clareza de idèias não vai empobrecer o texto jurídico,ressaltamos que o problema são os termos ultrapassados, as construções invertidas e truncadas. A simplicidade não vai tornar incompreensível a linguagem juridica ,desde que preservada a linguagem técnica como existe em cada área de atuação.Portanto à necessidade de sermos claros e objetivos ,para que tenhamos uma melhor compreensão interna e eficaz entre às partes. Não è necessário adotarmos um estilo rebuscado para impressionar,pois quanto mais claro melhor para o entendimento do cidadão comum.

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  22. Após a leitura do texto e concordando que as palavras usadas em alguns processos são por demais confusas em alguns momentos, pois deveriam ser mais claras até porque não só os operadores de direito tem acesso ao mesmo, mas as partes interessadas e nem sempre elas tem noção de direito.
    Os Ministros do STF defendem a adoção de uma linguagem mais compreensível no Judiciário sugerindo que se deixem de lado o jargão utilizado pelos operadores do direito.Preocupação esta que integra a sociedade/justiça, no entanto, não é nova.
    Em agosto de 2005, pensando na democratização da terminologia técnica do direito, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) lançou uma campanha nacional pela simplificação da linguagem jurídica. Uma primeira tentativa de acabar com os textos requintados. Campanha esta que iniciou em 2005 e não tem prazo p/o término.
    A conscientização está sendo feita nas universidades com palestras, entretanto, não há um medidor para avaliar os resultados: a metodologia aplicada é muito subjetiva. Mesmo assim, segundo a assessoria, os idealizadores da campanha acreditam em uma mudança de atitude e apostam que é possível descomplicar os textos das liminares, sentenças, despachos e pareceres.
    Entre os juízes que atuam em MS o linguajar é menos rebuscado. O que se procura é a proximidade com a sociedade e quero acreditar que, em médio prazo, esse objetivo será atingido.
    Algumas expressões ainda são necessárias, embora se deva reconhecer que advogados, promotores e juízes não optam mais pelo resbuscamento textual. Acredito que somente os formalistas mantêm as formas arcaicas.
    O mais antigo desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Gilberto da Silva Castro, lembra que quando prestou vestibular havia a disciplina de latim. "Tivemos uma formação do Direito Romano clássico, que levava à utilização de uma linguagem mais rebuscada, mas hoje não é mais possível fazer literatura no processo. Não existe tempo hábil para isso com a quantidade de autos que precisam ser analisados. Se pararmos para enfeitar não haverá celeridade e o cidadão merece uma justiça rápida", disse ele, confessando que já adota a simplicidade e a linguagem concisa em seus votos.
    A massificação do ensino, o número excessivo de processos e a falta de intimidade com as expressões latinas vão transformar o excesso de formalismo em raridade.

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  24. Diante desse fato, insistem em utilizar termos arcaicos, rebuscados,na linguagem juridica a meu ver, desnecessários, quando deveria ser o contrário. O falar difícil é resultado de uma postura antiga dos advogados, que assim garantia seu papel de "doutores" na sociedade. Além disso, o próprio "uniforme" do advogado já lhe garante um certo "status"; a formalidade de um terno já impõe um certo respeito e um distanciamento maior.

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  25. O Direito torna-se mais complicado ainda para os leigos com o uso de expressões "rebuscadas" em excesso. Essa linguagem técnica prejudica o cidadão leigo,o maior interessado na causa, fazendo com que ele não compreenda o que está sendo discutido. O Direito deveria ser mais popular, deveria buscar cada vez mais torna-se conhecido entendido pelo "povão". Essa linguagem mais simplificada facilitaria bastante em questões como o "jus postulandi", onde a parte não está assistida por advogado. Os profissionais do Direito são indispensáveis sempre, mas o Direito não pode chegar ao ponto de tornar-se incompreeensível ao cidadão leigo. A parte no processo deve entender, pelo menos no significado das palavras, o que está sendo discutido em uma questão onde ela é a maior interessada!

    MARIA VIVIANE SILVA ALVES

    TURMA 3001

    CURSO DE DIREITO - FIC

    * Escrevi o cometario com o login da minha amiga Laura!

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  26. muitas são as expressões usadas por profissionais do direito que na minha opinião tem simplesmente a intenção de causar preguiça ao leitor ou de complicar o entendimento com o propósito de com isso ser favorecido.TAMBÉM existem aqueles que utilizam com simples propósito espetacular.Sou completamente a favor de tais mudanças.FRANCISCO GERMANO MOTA DO CARMO. TURMA 3002

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  27. Gisele Pinheiro Moreira Sala G201 Turma 3002

    Na minha opinião, essa proposta da AMB de simplificar a linguagem jurídica é válida sim, apesar de que isso irá se dar de forma gradual e muito lenta, pois este linguajar rebuscado já está demasiadamente arraigado aos operadores do Direito. Cabe aos cursos universitários simplificar gradativamente essa linguagem, ensinando-a aos novos estudantes do Curso de Direito. Eu creio que, com a simplificação do "juridiquês", as pessoas leigas irão compreender melhor seus direitos e poderão reivindicá-los mais eficientemente.

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  28. Sirley Santos, Sala G102, Turma 3001.
    O texto ressalta a importância da campanha para simplificação da linguagem jurídica utilizada no meio jurídico. Acredito que esta medida irá facilitar a compreensão não só da linguagem, mais também do discurso jurídico para cidadãos leigos, bem como também, para nós estudantes iniciantes do curso de direito. Acho que essa mudança em nada prejudicaria a utilização dos termos jurídicos, apenas passariam a ser mais claros e objetivos e de fácil entendimento para todos.

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  29. O Direito é utilizado na organização da sociedade, então a proposta da AMB de simplificar a linguagem jurídica é de grande importância, irá facilitar a compreenção daqueles que são leigos na área jurídica, inclusive facilitará os que trabalham na área.
    A linguagem jurídica não necessita ser tão específica para ser respeitada.

    Tatiany Sousa - Turma 3001 (noite)

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  30. A linguagem juridica faz parte de um contexto maior, está inserida no âmbito de todo a sociedade.Além dos profissionais que a exercem, atinge a massa social que recorre á esfera judicial incessantemente.Tendo em mente o cidadão comum que busca socorro na justiça, é possivel facilitar a linguagem e, com pequeno esforço, será cada vez menos dificil escrever o direito.

    Matheus Freire Sena - Turma 3002 (noite)
    Sala- G-201

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  31. Concordo quando relatam no texto que os profissionais da área do Direito, em sua maioria, tendem ao tradicionalismo da linguagem jurídica, como se essa os qualificassem melhor do que alguns que tentam inovar com uma linguagem mais clara para a população. Entendo que toda essa discussão que é gerada em relação a esse tema seja de fácil resolução, o Direito deve possuir sua linguagem técnica para que em um ambiente que se exija o uso de tal linguagem esta seja aplicada, como em qualquer outra área. Mas quando o meio jurídico é misturado com a sociedade, os profissionais do Direito devem saber interpretar a sua linguagem para que outras pessoas entendam com clareza, e saibam ter a humildade de entender que em um meio assim, isso não os transformarão em mais intelectual que o outro, pois aquele que for mais objetivo e claro terá muito mais atenção da população leiga.

    Uma frase que achei essencial no texto :
    "Uma decisão pode acabar com uma vida humana. Pode decretar uma prisão, a perda de um patrimônio, a separação de um casal, a perda de um filho ... Tudo isso de acordo com as palavras. Por isso, a palavra tem que ser clara."

    Carlos Eduardo Coelho Teófilo - Turma 3002 - Sala G-201

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  32. É inconcebivel que nos dias atuais alguns operadores do Direito ainda acreditem que falar e escrever difícil demonstra cultura, utilizando expressões ou coisas rebuscadas. O falar difícil é resultado de uma postura antiga dos Juristas, que assim garantiam seu papel de " Doutores na sociedade". O direito é dinamico e em constante evoluções. Por isso devemos fazer com que a linguagem juridica flua de uma maneira que todos entendam, caminhando para uma comunicação rapida e eficaz.

    Francisco Tadeu Magalhães Oliveira - Sala G 102 (Noite)

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  33. Albenise Miranda.Turma:3002/Sala G201
    Após a leitura do texto e uma reflexão imparcial, concordo, em termos, com a campanha proposta pela AMB, pela simplificação do "juridiquês". Realmente, têm que ser gradual, para que todos entendam o verdadeiro propósito da mudança. Por outro lado, beneficiará sobremodo a AMB, não apenas à sociedade. O Direito é uma Ciência, e como tal, logicamente, têm que ter seus termos técnicos, peculiares de cada profissão. Seus profissionais, por sua vez, é que têm a obrigação, inquestionável, de traduzir para seus clientes. A simplificação não pode ser generalizada, mas, sabiamente, debatida. Temos que ser cautelosos, ao afirmamos, taxativamente, sim ou não, sem antes, analisarmos o real objetivo da campanha e a quem, verdadeiramente, beneficiará.

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  34. Elton Moreira Albano turma 3002.
    A linguagem jurídica e mesmo muito complicada de se entender, há muitas palavras que não estão constatemente ativas na nossa linguagem.Concordo que essa linguagem deve ser mais simplificada em certos pontos, porém temos que atentar que o curso de direito é um curso tradicional e temos que preservalo, como também a sua linguagem, temos que dominar essa "liguagem rebuscada" para nos tornarmos bons profissionais.

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  35. Daniel Mendes Almeida turma:3001 G102
    Baseado nas argumentações expostas pelos os juristas citados no texto sobre a campanha da AMB de simplificar a linguagem jurídica,senti-me tendencioso as opiniões dos advogados Eduardo Jardim e Rodrigo Lyra.O direito é uma ciência e como tal deve apresentar termos técnicos e específicos,não vejo a utilização de expressões em Latim,citações estrangeiras, linguagem empolada cheias de floreios como algo arcaico e ultrapassado,e sim como enriquecedor.Adquirir conhecimento nunca é demais,o estudante de Direito deve sempre ter em mente a qualidade do ensino para a formação de profissionais qualificados.Concordo plenamente com o advogado Eduardo Jardim ao proferir que:" O magistrado e o Advogado se comunicam entre si.Essa comunicação interna é eficaz.São todos formados.Não há porque não entender a linguagem." E acrescenta:"Isso é inaceitável em qualquer campo científico."
    "Cabe ao advogado interpretar o cliente o que foi decidido."Além do que a morosidade da justiça não é atribuída à linguagem,e sim a razões estruturais como se é proferido no texto.

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  36. Isabele Araújo sala G102 (noite)
    O Juriquês é uma forma de linguagem bastante interessante e não deve ser tirado totalmente dos tribunais, petições e os demais textos do Direito.
    Mas, seu uso num pode ser usado na maior parte dos textos, pois a população leiga não entenderá.
    Essa mudança é mais do que justa para que toda população possa ter mais acesso aos textos jurídicos.

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  37. Tereza Kátia Maciel | Turma 3002 | Sala G 201

    A leitura em si apenas sustentou o valor que emprego na simplificação da linguagem jurídica e acredito que esta seja de grande valia para a sociedade como um todo, visto o entendimento desses "textos" tão rebuscados, de difícil acesso a maior parte de quem de fato interessa: a população.
    Por outro lado, vejo essa proposta como um projeto gradual e de longo prazo, pois é necessário "quebrar a tradição" e por que não dizer "preconceito" que muitos juristas e nossos futuros colegas advogados trazem como base.

    Abraço a todos!

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  38. A linguagem do mundo jurídico é complicada tanto para alunos em inicio de curso,tanto para a população,mas existe grande diferença: acadêmicos estão na escola de Direito e aprendem os termos técnicos,outros não cursam e necessitam da justiça.A linguagem simplificada e de fáceis termos contribuía para que a população entendessem esse universo,e o que tem direito em uma sociedade,as palavras em latim sem a tradução só colabora para a alienar o leitor,cito o que o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo,Rizzato Nunes, alertou:“a simplificação não prejudicará a língua.”

    Thyana Lima Rodrigues Turma 3001

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  39. Diego Castro de Oliveira ; Turma 3001; Sala G102 Turno noite.

    Acho que as leis do país deveriam ser mais claras e simples para que os leigos possam entende-las e compreende-las bem melhor, como expressa o texto dizendo: "Incomoda até mesmo uma parcela dos profissionais do Direito".Essa nova expressão não irá afetar nas leis vigentes do país que atualmente é muito elitizada,pelo contrário irá melhorar no bom entendimento de toda a população.Sou a favor da linguagem de facil compreensão.

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  40. Daniele Araújo Mendonça- T:3001 S:102 Noite

    Essa mudança é de muita importância para a socieade leiga.Mudar não significa que a comunição entre os juritas ficará empobrecida, pelo contrário, mostrará que sabemos lidar com diferentes situações. Cada ciência tem sua linguagem técnica, não seria diferente com o direito, então creio que essa linguagem deve sim ser preservada entre entre juristas, mas quando se tem um contato com a sociedade leiga ou em determinados casos deve ser usada uma linguagem clara e objetiva, para o fácil e rápido entendimento.

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  41. JAQUELINE CARVALHO - SALA 102 - MAT. 2009.02.18937-1.

    No texto nos mostra exatamente a necxessidade de falarmos uma linguam mais clara, não esquecendo que é muito dificil, para um leigo absorver o dialeto juridico, as vezes o juiz vai comunicar uma senteça, poucos entende o que foi falado, precisando ser esplicado.
    O réu como leigo tambem é faz parte deste contexto, sendo necessario que seu advogado fale numa linguagem simples para seu entendimento.
    Defendo que haja estes dialeto juridico, mas nunca esquecer que a população é carente e muitas vezes ficam sem saber o que ouviram.

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  42. O "juridiquês"realmente é uma linguagem muito complicada,mas, nem por isso, deve ser modificada, apenas devem buscar uma maneira mais simples de comunicação com pessoas menos cultas.
    Sem descriminação,mas a realidade é essa.Muitas profissões diferentes do direito tem suas proprias linguagens que serão aprendidas durante a vivência com as mesmas.
    A linguagem jurídica é fascinante e não deve ser desprezada.

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  43. Bruno Lima, Turma 3001, Sala G102(Noite)
    O uso exagerado de uma linguagem formal talvez prejudique sim o entendimento de um leigo juridico,mas nem por isso deveria ser pensado em modificar ou limitar a freguência de sua aplicação pois a melhor forma de trazer o conhecimento é o fazendo parte de nosso dia-a-dia e não o simplificando-as (o termo juridico todo mundo acha dificil, mas para aprender as palavras americanizadas todo mundo que)

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  44. Concordo plenamente com a idéia de simplificar o linguajar jurídico, afinal, nem todo cidadão possui o entendimento de alguém formado em direito, e sendo assim, facilitaria muito o contato entre jurista e cidadão, porque muitas vezes uma simples conversa entre cliente e advogado se torna bastante entedioso para o cliente, por causa do uso extremo do linguajar jurídico por parte do advogado.

    Isaque Albuquerque Bezerra - Turma 3001

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  45. Sou contra a campanha, a linguagem jurídica,assim como a língua portuguesa,ou a maneira que se escreve na internet, eu as comparo com uma roupa que se usa para determinada ocasião,você não vai a praia de calça social, terno e gravata,você não escreve palavras abreviadas em uma prova de redação.A linguagem jurídica deve ser restrita aos magistrados a afins,agora cabe ao advogado ter um bom domínio sobre ela,pois no caso de dúvidas por parte de seu constituinte, ele deve esclarecer,esclarecer não somente as expressões jurídicas como também o andamento e o desenrolar dos processos. Danusa Afonso da Luz,Turma 3002

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  46. Acredito que esta mudança facilitaria e muito a vida do cidadão ao procurar a justiça, afinal, palavras jurídicas nem o profissional do direito sabe ao todas, imagine o leigo na área. Sou a favor da mudança sim.

    NORMANDO BEZERRA DA SILVA, Turma 3001.

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  48. Sem sombra de dúvida! ajudaria muito essa mudança!Alunos como eu que está começando agora, as vezes tem que procurar várias palavras que foge do meu conhecimento! Aquelas que são mais usada no dia dia até podem ficar, mas tem muitas outras que é um pouco dificil a interpretação! agora imagina o cidadão que não faz o curso de direito...acredito que a dificuldade se torna 20 vezes maior!
    Wilson Roberto Santos Parente noite-turma 3001

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  49. NÁTTALE ARAUJO LUCAS - 3001 - G 102 (NOITE)

    O texto nos mostra e nos faz refletir se o “direito” está sendo eficaz e trazendo benefícios para a população em geral. Sou completamente a favor da campanha da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), pois todos os cidadãos necessitam saber quais são seus “direitos”. ‘‘O juridiquês torna as relações mais injustas, porque às vezes o cidadão não sabe quais são os seus direitos’’. Não é correto restringir para somente uma determinada classe. Se o judiciário fosse mais acessível e mais inteligível a população não passaria por deficiências básicas, como por ex. saber se foi condenado ou não. Enfim, devemos realizar essa simplificação urgentemente, para que assim, o direito seja realmente justo.

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  51. Mônica da Costa Damasceno 3001 sala G102
    Assim como na medicina, na arquitetura, dentre outras profissões o mundo jurídico tem sua linguagem específica, não acredito que a linguagem jurídica seja um entrave. Deve sim existir uma linguagem específica, afinal são anos na universidade e esse texto será de conhecimento de todos os advogados e acredito que o mesmo deverá está preparado para transmiti os termos técnicos de maneira simplificada aos seus clientes.

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  52. Marcus Túlio de Q. Burlamaqui-3002-G201

    Reconhecer a necessidade de simplificação da linguagem jurídica é o primeiro passo para a real democratização e pluralização da Justiça. No entanto, não se pode perder de vista que a linguagem operada nos tribunais têm como destinatário não só o operador do direito, mas o jurisdicionado. Entender o contrário seria reduzir-se até mesmo à dimensão do princípio constitucional da publicidade. A busca de uma linguagem jurídica mais clara e acessível é um nobre empreendimento, e deve ser aclamada e propagada pelas faculdades de Direito.

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  53. Dyeggo Matias Pinheiro Turma:3002 sala:g201
    Simplificar á linguagem jurídica para a sociedade é algo que tem que ser feito para que os cidadãos passem a ter conhecimentos dos seus direitos que muitas vezes não são de entendimento fácil devido a utilização dos termos. A uma sociedade sem direitos é uma sociedade cega. Se torna até irônico o símbolo da estatua vendada do direito.

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  54. Fco Edgar Rocha Jr – G102

    O “juridiquês” usado de forma exagerada, como qualquer outra coisa, é prejudicial e enfadonho. Assim sendo, deve ser usado moderadamente para atender, na melhor forma, a comunicação no âmbito do judiciário ou fora dele. Neste sentido deve-se dizer que os termos usados no vocabulário jurídico, como os indicados no texto apresentado, e ainda, os termos em latim, comuns na linguagem do direito, são, na nossa modesta opinião, importantes para a evolução da ciência do direito, tendo em vista a abrangência dos seus significados, propiciando brevidade e clareza nas exposições de idéias. Portanto, tanto o juiz quanto o advogado, devem utilizar em suas peças jurídicas uma linguagem fácil, porém, técnica. No dizer sempre expressivo de Norberto Bóbbio, “O jurista não observa fatos, mas estuda o significado de determinadas palavras por meio das quais deve reconstruir os fatos”. Não é mansa e pacífica a questão, no entanto, devemos ter o cuidado de operar mudanças, que mais tarde possam comprometer a construção de todo um sistema. O Professor Edmundo Dantes, em seu livro Linguagem Forense, adverte neste sentido, dizendo que: “Há uma ânsia de inovar por quem não está apto a fazê-lo”.

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  56. Stephanie Paolla de C.Moreira Turma 3001,Sala G-102
    É um texto muito importante ,pois aborda um assunto interresante e de fundamental importancia para todos.É realmente muito claro que se faz necessário a mudança desses termos que são entendidos somente entre a classe jurídica.Para a classe dos advogados que terá que se adpatar a substituição da linguagem jurídica para a linguagem formal quando for tratar com outros tipos de classe ,outras linguagens,seu cliente por exemplo.E para a populaçao para aqueles que são prejudicados com
    a falta de clareza,de entendimento na verdade dessa linguagem.
    A simplificação desses termos seria de fácil entendimento,seria direto e sem rodeios o que levaria a clareza de idéia e pensamentos.
    Não a necessidade se se colocar a verbalização da maneira mais dificil,porque o mais importante é a colocação certa dos termos técnicos.O emprego do vocabulário deve ser de forma simples e objetiva.

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  57. Tenho uma visão muito forte no tocante a utilização de palavras que são utilizadas em todos os setores juridicos deste país. Acho desnecessário a utilização de palavras com cunho jurídco, pois o Direito é para proteger todos aqueles que perante a lei são devidamente iguais independentemente do lugar onde nasceram ou até mesmo dos bancos das escolas que frequentaram.A utilização de uma linguagem jurídica privilegia apenas aqueles que nasceram em berço de ouro e tiverram a oportunidade de aprender e enter o que cada palavra significa no tocante as descissões tomadas pelo nosso judicário. Me sinto envergonhado em ser um academico de Direito e ainda não ter força para mudar esta situação. Pois acredito que a justiça nasceu para todos e precisa quebrar seus paradigmas e utilizar uma linguagem que se faça entender em todas as camadas da sociedade. Esta discussão não pode terminar aqui.Precisamos ter a coragem de levar uma bandeira que se faz necessária e romper definitivamnete esta sociedade que apenas poucos podem fazer parte dela. Acredito que a linguagem mais simples e mais clara, vai dar aqueles que estão a margem de uma sociedade Burquesa a possibilidade de pelo menos enter o que é dito, mesmo que não tenha direito a uma defesa digna por parte do Estado.

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  58. Thomas Jefferson..turma:3002..sala:G-201

    Bom ao meu ver os termos jurídicos e a liguagem jurídica se afastam e muito do que poderiamos chamar de adequado a compreenssão da sociedade no geral,mais a pergunta que tem que se fazer é para que existe o direito? se não para defender os direitos sociais e legais dessa mesma sociedade, será que seria justo algums poucos homens, apenas eles terem o entendimento sobre coisas que decidiram a vidade muitos, pois muitas das pessoas que são julgadas em um tribunal, não tem total entendimento do que está sendo exposto sobre elas e sobre os acontecimentos.
    Em meu entendimento essa linguagem tende aser assim pela simples existência do ego humano de superioridade, a maioria dos bachareis em direito, ou seja os homens que lidam com a lei, se acham bastante esclarecidos sobre ela, e portanto superior aos que não tem esclarecimento. Isso ajuda a criar uma situação de "superioridade" por parte dessa seleta classe de pessoas, que tentam cada vez mais feixar esse ciclo, não permitindo acesso a população e os tornando cada vez mais distantes de algo que a todos devia ser muito claro.
    Essa reforma na linguagem jurídica tem que ser entendida, por todos os operadores do direito, não só por uma medida mais eficaz mais também por uma medida justa, pois quem é defendido ou acusado, ou até mesmo aqueles que daram as suas deliberações a cerca do acontecido tem o total direito de intenderem tudo aquilo que se passa em um tribunal.

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  59. Olá Profesor
    George M. Oliveira - G102
    Este tema é polêmico, no entanto, concordo com o professor Eduardo jardim. Ele diz: "É uma linguagem própria como a de qualquer outra ciência". Se simplificarmos a linguagem jurídica ela perde sua história e essência. Os termos técnicos são utilizados em várias profissões formam uma linguagem interna, assim funciona na medicina, informática e engenharia. Além do que não podemos restringir a liberdade de escrita, mesmo porque esta campanha não vai conseguir acelerar a Justiça.

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  60. Thalita Rodrigues Vieira- 3001- G102
    Acredito que a linguagem jurídica não deveria ser simplificada para todos, pois perderia sua essência como ciência diferenciada, mas deveria ser mais acessível para com as pessoas leigas que não são acostumadas com esse dialeto.

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  61. José Wilson Ferreira de Moraes- 3001- G 102
    Sou contra a simplificação da linguagem jurídica pois acredito que essa mudança mudaria toda a tradição que o direito possui, o que estar errado é o uso exagerado dessa linguagem, como se isso mudasse a sentença final.

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  62. Tiago de Paula Martins-3001-102
    É verdade que existe expressões que são de difícil compreensão aos leigos, mas é obrigação do operador do direito conhece-las. Ora, se é o direito ao acesso a defesa técnica é um direito constitucional (ampla defesa) e é obrigação do profissional do direito conhecer a lei e os termos técnicos da profissão, para que acabar com a tradição?

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  63. Shaiany de Melo Carvalho Sala:G 201 Turma:3002

    Concordo que algumas palavras são bastante complicadas,mas,não concordo quando diz no artigo que essa linguagem afasta a sociedade do mundo do direito. Pois se fosse assim estariamos totalmente afastados da medicina,da tecnologia e etc...Certo que algumas palavras são colocadas por mera tradição,mas,outras são bastante necessárias.

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  64. Concordo com a criação de novo vocabulario de cunho juridico, tratamos com palavras muito dificeis que dificultam a interpretação de pessoas leigas. Tenho certesa que o Direito não perderia a postura que tem nos dias de hoje facilitando a escrita.Sei que toda ciência tem suas particularidade mas com maior elasticidade, os processos seriam mais rapidamente interpretados e liberados para sentença final com um maior entendimento de todos.

    Liduina paula

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  65. acho que é de estrema impotância rever isso, pois irá ajudar a maior parte ada população leiga para nao assinnar contratos sem o entendimento básico, embora seja conotação pejorativa fica muito difícil o entendimeto dessa juridiques acho muitio arcaico.EssasFrases em juridiquês podem ser de difícil compreensão, até mesmo para juristas.como jargão profissional tem ganhado cada vez mais espaço na sociedade letrada por causa de sua crescente utilização na imprensa e nos meios de comunicação de massa. webster CarneirLeite, g102 noite, ok

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  66. Bom, creio que deva existir um meior termo no vocabulario juridico, assim não perderia a essência da area juridica, e uma das soluçoes para esse meio termo, seria o uso de um vocabulario especifico para a população e o uso de outro vocabulario especifico para ser usado somente em casos especiais. Pois assim a populaão não ficaria tão por fora, quando fosse tratar um caso com a justiça. então fica minha opiniao, ao qual colocasse um novo vocabulario, mas que possa ser tratado somente ao contato com a população
    Jameson martins - G 201 - noite

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  67. Na minha opinião a simplificação da linguagem jurídica é necessária e será inadiável. Em relação à essa simplificação, convém lembrar que peças processuais não são trabalhos acadêmicos, sendo desnecessário recorrer, em regra, a considerações de ordem Histórica ou ao Direito Comparado. Tampouco devem servir de palco para demonstração de "conhecimento" ou "cultura". Deve, portanto, prevalecer o "fim", ou seja, busca pela prestação do serviço de justiça a que o advogado se presta a fazê-lo, e não o "meio", isto é, peças processuais extensas e repletas de "juridiquês" e outras inutilidades. Dessa forma creio eu, que as peças processuais devem primar pela simplicidade, concisão, clareza e objetividade. Os períodos devem ser curtos e na ordem direta, evitando-se adjetivações que pouco contribuem para esclarecimentos dos fatos e das teses. Com isso, facilita-se a transmissão das idéias, além de se correr menor risco de erros gramaticais. Em suma, foi-se o tempo que escrever difícil causava boa impressão. Hoje, boa impressão causa quem se faz compreendido, pois exige constante aprimoramento técnico, dedicação, paciência, método e leitura. E para finalizar faço minhas as palavras do Presidente da AMB, Rodrigo Colaço: "A simplificação da linguagem jurídica é importante para a aproximação dos agentes do direito com a população. Essa campanha não pretende abolir os usos técnicos, mas evitar os exageros que impedem a compreensão por parte da sociedade em geral dos textos jurídicos".
    Adriano Almeida - Sala G 102 - Turma 3001

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  68. Como qualquer profissão o Direito tem seus termos e sua maneira de expressão.
    Quando se vai ao médico, você sai do consultório compreendendo o que foi dito, más nem por isso os médicos deixam de usar seus termos e suas expressões.
    Não é acabando com o “juridiquês” que ira tornar o Direito mais acessível, e sim investindo na qualidade do ensino básico. Até porque se todos tiverem conhecimento do Direito e saberem como aplicar-lo, então para que ter advogado?

    Antonio Iran O. L. Filho - 3001/G102

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  70. Isaías Cândido B. Júnior – Turma:3002–Sala:G201

    Conforme o texto, constatamos, tanto o interesse de uma classe, de profissionais do direito, favorável em simplificar a linguagem jurídica quanto à outra opositora, conservacionista, interessada em mantê-la preservada praticamente em sua gênese. Estes executores do juridiquês, majoritariamente formado por desembargadores, juízes, exímios dominadores da prolixidade dos termos técnicos jurídicos, sob grande influência do latin, pois estudaram dedicadamente até lograrem tal êxito. Não sei se é justo para com eles, integrantes do poder judiciário, abandonando essas expressões de domínio, devido há pressões reivindicatórias descabidas do primeiro grupo mencionado, motivados pela dificuldade de compreensão ou desconhecimento parcial desses termos e expressões associadas à falta de conhecimento, estudo. Nisso possuem extrema dificuldade de interpretação ocasionada a um atraso da simbologia jurídica. Não entendo o interesse de muitos agentes de direito, mobilizarem-se em quererem simplificar ou popularizar a compreensão dessa linguagem. Todavia ao fazê-la, não resolverão totalmente as dificuldades, entraves, enfrentados por muitos brasileiros. Acho que há assuntos mais relevantes, do judiciário, de maiores repercussões com precisões de resoluções imediatistas a serem discutidas, porém vivemos em um país livre e a liberdade de expressão é um direito pertencente a todos.

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  71. bruno vila nova bezerra targino sala G 102

    Na condição de ser parte em processo judicial, eu gosto de ler os termos técnicos, tenho facilidade em absorver os significados, mas acho que juízes e advogados deveriam empregar só o suficiente naquilo que não diz respeito a nossa língua, para que pessoas possam entender, pois prestação jurisdicional é prestação pública, mas há termos como "periculum in mora", que está aí há anos e anos nos processos de mandado de segurança e nos pedidos de tutela antecipada e não podem de uma vez ser descartados.Reformatio in pejus, idem, além de outros.a linguagem tem ser técnica é claro, afinal temos que transmitir de forma formal uma mensagem que será analisada por um terceiro. No entanto, não vejo necessidade do juridiquês ainda usado por alguns advogados, e abomino as falácias que tentar persuadir com expressões que distorcem a verdade.
    Podemos ser técnicos e claros ao mesmo tempo, de forma que todos, inclusive o cidadão que está buscando o acesso a justiça possa entender nosso linguajar.

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  72. Ingrid Maia F. Nogueira- Turma 3001/ Sala G 102
    Não sou a favor de simplificar os termos do direito mas sim de uma melhoria na qualidade de ensino do direito apresentada para a poapulação!
    Se os leigos tivessem acesso as normas , toda linguagem rebuscada se tornaria simples para eles.

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  73. Yuri Magno - turma 3001/ Sala G 102

    A linguagem técnica, comum nas diversas áreas, é, normalmente, compreendida mais facilmente por profissionais que atuam em um campo específico e, muitas vezes, compreendida por leigos. Não há como execrar a linguagem técnica. Urge que seja atenuado o uso de palavras e expressões que tornam as mensagens não codificadas. Há quem pense que falar bem é fazer uso de um vocabulário erudito, rebuscado. Isso não é verdade. Expressar-se bem nada mais é do que ser compreendido. É impressindível que haja uma adequação vocabular, isto é, no meio jurídico, faz-se necessário que se empreguem termos específicos da área, principalmente, quando não há outros que possam substituí-los. Já quando um magistrado se dirige a um cliente, deve empregar uma linguagem acessível e compreensível, já que ele é um interprete para o leigo. Durante muito tempo, as missas na Igreja Católica eram celebradas em latim e os fiéis nada entendiam. Ficavam atentos, apenas por uma questão de fé, sem que houvesse uma comunicação.

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  74. ÂNGELA DE SOUZA XAVIER
    TURMA 3002 SALA G.201-NOITE

    Concordo e discordo. Concordo porque todos têm o direito de entender o que está escrito em um processo judicial e principalmente quando é de seu interesse. Discordo porque assim como a Medicina tem sua linguagem o Direito também tem.

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  75. Priscilla Vidal Veras - Turma: 3002 Sala: G 201

    O texto: O "juridiquês" no banco dos réus, retrata o que realmente acontece no meio jurídico, onde a maioria dos operadores do direito tendem a dificultar a linguegem não só para os estudantes de direito que ainda estão se "familiarizando" como meio, como também para a população. E Essa sem dúvidas é a maior prejudicada, pois imagine a agonia de uma pessoa que está sendo julgada e após o juíz dar a sentença a pessoa não entender se foi absolvida ou condenada. É necessário que os operadores do direito simplifiquem ao máximo e usem uma linguagem clara e objetiva, com certeza com essa atitude todos tendem a ganhar.

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  76. FERNANDO disse
    O texto jurídico realmente deve ser mais simplificado para melhor entendimento da população menos informada sobre o assunto, o judiciário deveria estar mais presente na vida dos cidadãos assim, deixando-os mais acolhidos sobre as normas e a linguagem jurídica em si.A simplificação nao deve ser ignorada, mas também deve levado em conta, outras maneiras de comunicaçao e informação em relaçao as pessoas mais leigas.
    Antonio Fernando Linhares Amorim G-102

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  77. Gente, postagens encerradas. Pena que alguns não cumpriram o prazo. Ele foi até longo.

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  78. Rejane Araújo Rogério Maia - Turma: 3002 - Sala G201 - noite

    Professor Carlos Nobre, na segunda 16/11/09 na ida para faculdade o carro que eu ia sofreu uma pequena colisão, foi um grande desgaste aos motoristas até a perícia chegar. E com esse acontecimento acabou atrapalhando algumas atividades a serem realizadas em tempo hábil;
    Ex.: a falta à aula neste dia e a postagem do meu comentário sobre o texto "juridiquês".
    Com esse problema que enfrentei, perdi 4 valiosos pontos que estou precisando. Gostaria que o prof. º tivesse empatia com a minha situação. Já respondi todas as questões de completar com coerência, mostro-lhe amanhã.
    Agradeço desde já.
    Rejane.

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  79. O texto mostra o quanto as frases em juridiquês podem ser difícil sua compreensão, até mesmo para juristas,pois na maioria dos casos, quando o leitor chega ao meio do parágrafo-frase, a frase já deu tantas reviravoltas gramaticais que não é mais possível acompanhar o raciocínio, por isso acho muito importante a mudança porque com a simplificação da linguagem jurídica será bem mais fácil sua compreensão, e acho que isso na verdade já esta sendo vista por uma dessas razões, então o quanto antes for revisto será melhor para fazer o acompanhamento dos processo.

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  80. Mayson Batista. Direito Noite G201.
    Acredito que os termos usados na linguagem jurídica não devam acabar, profissionais do Direito sejam mais claro quando forem se expressar a leigos, os Profissionais do Direito podem sim continuar usando expressões jurídicas tradicionais no Latim, porém ao se dirigir aos leigos, usem de um vocabulário mais claro a todos.

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